quarta-feira, 12 de abril de 2017

                     

O que siginifica ser jovem: Ser jovem é ter comportamentos, visões, valores e interesses de um modo único e diferente. Ser Jovem é estar imerso em uma sociedade com processos transitórios, a partir de uma NOVA conjuntura familiar, política e social estabelecida. Atualmente a maioria dos jovens acredita que as escolas não atende maior parte de suas necessidades e expectativas. Também muitos jovens sem orientações ou sem atenção, não têm tido limites e, em nome da curiosidade e ansiedade pela vida adulta e independente, têm-se jogado às aventuras e riscos, com amizades não confiáveis, namoros e vida sexual muito cedo e sem cuidados, utilização de drogas lícitas e ilícitas desregradas, irresponsabilidade familiar, doenças e outras situações inusitadas, numa vida precoce, sem sonho, sem expectativas, sem planejamento.

O que significa ser jovem no mercado de trabalho?

A década de 90 (1992 e 1999) foi o período de inclusão de jovens na escola. Assim, a porcentagem de jovens que só estava na PEA declinou de 44% para 33% em apenas 7 anos. Interessante notar que em 1999 metade dos jovens estudantes também estava na PEA, ao passo que a outra metade (mais rica) somente estudava. Entre 1999 e 2005 houve um aumento da taxa de participação no mercado de trabalho, com redução do percentual de estudantes que só estudavam e também entre os que estudavam e trabalhavam ao mesmo tempo.
Porém, entre 2005 e 2013 a taxa de participação começou a declinar significativamente, passando de 63% para 53%. Isso ocorreu principalmente entre os jovens que costumavam trabalhar junto com a escola e que agora podem dedicar-se somente aos estudos. O que aconteceu?
Em primeiro lugar, vale notar que esse fenômeno tem ocorrido principalmente (mas não exclusivamente) com os jovens que ainda moram com os pais (70% deles). A explicação parece estar no fato de que entre 2005 e 2013 o salário médio dos pais desses jovens aumentou 33%. Além disso, a taxa de desemprego dos adultos diminuiu substancialmente. Em contraposição, no período em que a participação dos jovens aumentou (1999 e 2005), o salário médio dos pais permaneceu estagnado, assim como a taxa de desemprego. Entre 1992 e 1999, quando a taxa de participação dos jovens também declinou, o salário dos pais também aumentou bastante.
Ou seja, toda vez que o salário dos pais aumenta, a taxa de participação dos jovens diminui. Desta forma, nos períodos em que o mercado de trabalha melhora para os pais, os filhos podem ser dedicar mais aos estudos, sem necessidade de complementar a renda familiar. Nos anos 90, esse fato, juntamente com as reformas educacionais introduzidas nesse período, permitiu que os jovens mais pobres alcançassem mais anos de escolaridade. Na primeira metade dos anos 2000, com a piora do mercado de trabalho, os jovens passaram a trabalhar mais e estudar menos. Porém, mais recentemente, quando o mercado de trabalho passou a melhorar significativamente, a porcentagem de alunos que estudavam e trabalham ao mesmo tempo declinou, assim como a dos que só trabalhavam.

Fonte: https://www.insper.edu.br/noticias/jovens-no-mercado-de-trabalho/

2 comentários:

  1. Olá!!!
    A postagem ficou muito boa...gostaria no entanto de fazer uma provocação:
    1. Todos do grupo concordam com as conclusões apresentadas no texto?
    2. Você chegaram a conversar sobre esse texto postado?
    3. Houve uma pesquisa Bibliografica? Se houve quais foram os livros?
    4. Poderiam a partir de agora produzir um texto feito pelo grupo com a s percepções de vcs a respeito de temas trazidos pelo texto postado!

    ResponderExcluir
  2. Respondendo as suas perguntas...
    1. Sim, concordaram com a análise feita no texto!
    2. Conversamos, pesquisamos em sites, e cada um foi dando a sua ideia!
    3. Não, tudo foi pesquisado na internet.
    4. Postaremos em breve.

    ResponderExcluir